Esse é um blog direcionado aos profissionais da educação com o objetivo de informar e dispor material didático para o bom desenvolvimento das atividades Educativas.
Nos dias 24,25 e 26 a Equipe de Analistas da SRE de Montes Claros estiveram em nossa Cidade para repassar e capacitar todos os professores dos 3º anos do Ciclo da Alfabetização e seus Supervisores Pedagógicos. Tema desse encontro: Toda força no 3º ano. Espera-se que o resultado desse ano no PROALFA supere os demais uma vez esses alunos que se encontraram no 1º ano quando foi implantado o programa Alfabetização no Tempo Certo. Foram 3 dias de oficinas, diálogos, discussões e trocas de experiências. Queriamos que todos os professores do 1º e 2º anos estivessem ali, participando, pois são eles que começam todo o processo. Não foi dessa vez, mas ficamos de repassar para os demais da escola, pois vale a pena rever algumas ações, uma vez que queremos atingir novamente as metas propostas, coisa que não é nada fácil.
Aqui na Escola Estadual Professora Dôra Barbosa/São João do Paraíso Minas Gerais temos consciência de que os anos iniciais são a base para o sucesso vindouro de nossos alunos. Desde que foi implantado no Estado o programa: Alfabetização no Tempo Certo temos o acompanhamento constante da Analista Maria do Carmo Guimarães da 22ª SRE de Montes Claros. Orientando, visitando as salas, conversando com as professoras,alunos, tomando leitura e indicando atividades para sanar as dificuldades surgidas. Muitas práticas, é claro, são inviáveis as nossas turmas, ou são cansativas e repetitivas, mas procuramos abstrair algo proveitoso. A nossa Escola sempre trabalhou com seriedade procurando atender a todas as crianças com igualdade e qualidade, fornecendo todas as alternativas necessárias à sua aprendizagem. Mesmo com todos os recursos oferecidos ainda existem crianças que precisam de um tempo e um esforço muito maior para "alçar voo".
Para conhecer um pouco mais sobre a estrutura dos anos iniciais em Minas Gerais,veja links abaixo:
Olha que texto bacana que O Profº Ernane (Geografia) da minha Escola me enviou:
Começou com uma analogia feita por Rubem Alves, no livro "CONVERSA COM QUEM GOSTA DE ENSINAR", fazendo uma comparação entre jequitibás e eucaliptos, para confronto ou sintonia entre educadores e professores. Que diferenças existem entre um educador e um professor? Que diferença há entre um jequitibá e um eucalipto? Primeiramente é bom lembrar as diferenças entre um antigo boticário e um atual farmacêutico, entre um antigo tropeiro e um transportador moderno. O boticário era um homem que fazia tudo na farmácia: manipulava os remédios, embalava-os diretamente para as mãos do freguês, com o máximo de carinho, quando não os levava ao leito do doente. Boticário era a pessoa que tinha sempre um dedo de prosa para cada um que entrava na sua farmácia, era o principal nariz do seu estabelecimento comercial, um dirigente da cultura local, um distribuidor de notícias e conselhos, um agregador social, um encaminhador de diretivas de vidas. Um tropeiro era o homem que criava os seus animais, alimentava-os, limpava-os, arrumava os arreios, cuidava das cargas zeladas pela comida na trempe improvisada, fazia o pouso de dormida, contava estórias para a sua equipe de viagem. Hoje, o boticário é o farmacêutico que ninguém vê, ninguém conhece nem sabe que existe, em farmácias impessoais e apressadas, quase sem qualquer vínculo de consideração humana. As exceções, claro, são raras. O transportador nem existe mais em lugar do tropeiro. O que há são empresas dirigidas por escritórios que falam por telefone ou controlam por computadores, enviando e-mails com cheiros de nada, distantes, tão distantes como os destinos das mercadorias que transportam. E os educadores? Eram mulheres ou homens dedicados por toda uma vida, mesclando suas existências com as existências dos seus alunos. Eram detentores da sabedoria universal, ensinando tudo, da higiene à história do mundo, desde a língua pátria aos mais complexos problemas de aritmética, da geografia à religião, do desenho às ciências naturais, da economia doméstica aos requintes dos salões. Era um tempo em que formavam rapazes competentes e moças prendadas, uma finura de nobreza, um ambiente em perfume de primavera. Os professores de hoje, pelo menos os que não são educadores, pobres coitados, são descartáveis, mão-de-obra perfeitamente substituível. Ficam em greves durante meses, entram em licença, saem de férias, são demitidos, sem nada influir suas ausências nas considerações dos governos, da pátria ou do povo. No lugar de um entra outro, pouco importa a competência ou o grau de conhecimento. A melhor comparação é feita entre o jequitibá e o eucalipto. O jequitibá é árvore de longa vida, de cinqüenta, cem, duzentos anos, passando de geração em geração, útil e precioso. Ao contrário, o eucalipto está maduro para uso em quatro ou cinco anos, pasto para nenhum vivente, deserto verde, alimento para nada, toca de silencia com ausência de pássaro e animais. Verdade? Não adianta discutir, não adianta o profissional moderno de ensino, ou trabalhador de ensino, como gosta de ser chamado para efeito sindical, dizer que não é bem assim. É o próprio mundo que vem dissolvendo a tarefa do educador da mesma forma que também quase acabou com o jequitibá, com a braúna, a violeta, o jacarandá, o cedro, a peroba e já quase com a sucupira. O jequitibá, forte e eterno, simboliza o educador, tem o sentido de permanência, é para a vida inteira, utilidade em todos os sentidos; o eucalipto – descartável por natureza e quase fora da natureza – é o professor, que não mais acompanha o aluno, não mais dispõe de tempo, não mais vive o problema do aprendiz, não mais sente ou vive qualquer tarefa, um desesperado a correr de escola em escola, de classe em classe para conseguir o pão de cada dia, ou uma renda menos decepcionante. Professor já não sabe o nome do aluno; aluno já não se interessa mais pelo professor, nem de onde vem, nem para onde vai. Materiais de consumo de expediente, uns e outros. Nada mais! O não dar certo em muitas coisas do mundo de hoje é problema de falta de fidelidade, de interesse, de motivação, de incentivo, da incapacidade de sonhar. O não dar certo na profissão de educador é que os governos não mais se interessam pelo problema do ensino, jogando-o de escanteio, livrando-se dele, principalmente porque o ensino nos lhe dá as interessadas vantagens adicionais, têm as campanhas políticas. Como tirar percentagens, o famoso terço, de folhas de pagamento? Assim, infelizmente muitos educadores com vocação de educadores acabam tornando-se simplesmente professores, como eucaliptos. Sem fidelidade, sem compromisso de vivência total. Sem desenvolvimento da capacidade de ternura, do refinamento, do interesse pessoal pelo que faz. Feliz do professor que ainda é um educador que ainda consegue guardar a fidelidade e a vocação do tropeiro e do antigo boticário. Esse merecerá, sem dúvida, um cantinho nos jardins celestes! Wanderlino Arruda
Uma das funções da escola é treinar a criatura para existir no espaço público, com respeito ao próximo. Esse espaço é ponto de encontro de diferentes que podem ser reconhecidos, denominados agrupados, mas não é o lugar de apreciação das particularidades. A natureza fornece ao ser humano algumas diferenças visíveis. A criança se apresenta como tal, o idoso tem suas características reconhecíveis e assim por diante. Nos povos que não usam roupas, as diferenças de gênero são visíveis também. Entre os que não se desnudam, a roupa comunica o que encobre.
Mas a humanidade não se compõe apenas das diferenças somáticas. A genética e a vida de cada um com as experiências individuais vão dando forma a indivíduos diferentes entre si. A apresentação pública das diferenças obedece a regras especiais de cada grupo, tribo, classe, religião e cultura. Cabe à escola, espaço privilegiado, protegido, treinar para essa vida pública onde nem todos os desejos podem ser expressados a qualquer momento. Ruídos do corpo sofrem repressões, desde o grito até o sussurro (não é adequado uma professora sussurrar porque os alunos não escutam). Na escola, aprendemos não só o que temos que dissimular, mas também como treinar para dissimular com o mínimo de sofrimento pessoal.
Por estarem os alunos entre seus pares de mesma idade, protegidos pelo espaço do ano letivo, podem experimentar erros e acertos. Para alguns, ficarem quietos, ouvindo horas a fio, não é muito penoso; para outros, é insuportável. Muito embora sejam todos aparentemente tão iguais entre si ... Para alguns, treinar, repetir, refazer, é medianamente chato; para outros, quase insuportável. Se dois irmãos podem ser tão diferentes entre si, apesar de uma carga genética parecida, imagine quão grandes são as diferenças entre alunos de uma mesma classe! Mas assim é o mundo.
No lar, as diferenças são mais bem toleradas, graças a vínculos afetivos e culturais. Mas é aí mesmo no lar que se inicia o treinamento para dissimular as diferenças, a fim de tornar a interação, a presença de todos juntos, suportável, quando não é agradável.
Como a escola é o primeiro espaço público de uma criança na atualidade, é lá que ela tem que aprender contenção, ordem, no limite do respeito ao coletivo. Quando essas funções não são atingidas a contento, a aprendizagem do material curricular fica prejudicada.
Resumindo em uma frase:se não houver disciplina, a aprendizagem de todos está prejudicada. E disciplina não é mudar o temperamento, a personalidade, o jeito de ser de ninguém: é apenas absorver um código e se comportar de acordo comele para fazer o coletivo possível.
Texto de Anna Verônica Mautner originalmente publicado na revista Profissão Mestre de novembro de 2009
Gente, nas últimas semanas estou aplicando avaliação diagnóstica, revisando leitura e produção textual, pois todo o material aplicado acabo levando para casa para correção, então fico sem tempo para as postagens, mas em breve disponibilizarei os modelos de avaliações aplicadas em minha escola e tabulações de questões.
Gente, estou impressionada com os nossos representantes políticos. Vejam o que eles (Secretaria da Educação de São Paulo), dirigentes da maior cidade do Brasil pensam em relação a educação.
E ainda querem o nosso precioso voto. As eleições estão chegando, é preciso ter consciência para escolhermos com segurança aqueles que nos melhor representará.
Educação é a base para o desenvolvimento de qualquer nação e, dessa forma, o professor torna-se peça chave na formação do ser social. É ele quem vai guiar a produção do conhecimento e o futuro profissional e acadêmico de cada criança.
No entanto, uma recente notícia sobre professores alarmou pais e estudantes. A Secretaria da Educação de São Paulo anunciou que usará professores reprovados em exames para ministrar aulas no ensino básico. O sindicato do setor anunciou ainda que esses professores irão para as periferias da capital, onde o desempenho dos alunos é abaixo da média nacional. Segundo dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), do Ministério do Trabalho e Emprego, 80% dos professores ativos no Brasil participam da educação básica, ou seja, educação infantil, ensino fundamental e ensino médio.
O papel do educador dentro e fora da sala de aula é de extrema importância para os alunos. O professor é um dos principais líderes da vida de uma criança, é ele que, juntamente com os pais, vai influenciar diretamente no desenvolvimento delas. Ele irá conduzir os alunos rumo ao conhecimento e à sabedoria. A escola é o primeiro ambiente que a criança encontra fora da família, e o mestre será uma das pontes mais importantes de transição da infância para a vida adulta. Nesse sentido, o docente deverá ser um bom exemplo e passar a sua melhor característica para os alunos, agindo como um cidadão ético e responsável, ciente de sua missão de transmitir valores para um futuro profissional.
As rápidas mudanças podem afetar alguns setores da sociedade, e a educação não está exclusa deste cenário. Assim, o professor deve enfrentar grandes desafios em sua profissão. Além de se especializar para comunicar o conhecimento, ele precisa estar atento em transmitir mais do que isso; é preciso mostrar aos pequenos que motivação e qualidades devem crescer dentro nós e nunca se perder em meio aos problemas da vida.
Os grandes professores que se permitem ensinar e transmitir o amor e a dedicação nos marcam de forma positiva, deixam resultados perenes e transmitem, de forma inequívoca, valores e ideais, promovendo uma verdadeira transformação na vida de cada pessoa.
Texto de Eduardo Shinyashiki, consultor, palestrante e diretor da Sociedade Cre Ser Treinamentos – www.edushin.com.br
É possível aprender a ser bem-sucedido e feliz. Fortemente embasado no pensamento humanista, estipulo uma trajetória pelo presente, mas também pelo passado e pelas possibilidades do futuro, visto que as questões aqui abordadas são antigas e intrigantes:
O que é ter uma vida de sucesso?
Como aprender a viver?
Qual o sentido da vida?
Grandes pensadores de diferentes escolas filosóficas ao longo dos tempos indicam caminhos aos que se aventurarem a afrontar as mesmas interrogações. Mas cabe uma observação em relação ao modo de vida grego antigo. O que parece interessante nos gregos é a ideia que define o que é a “vida boa” em oposição ao sucesso social, em que o objetivo da filosofia é o de ajudar os humanos a superar os medos. Onde: “filo” mais “sofia” é “amar a sabedoria”, a procura da serenidade está no sentido de ser livre na sua mente e também aberto aos outros, ser capaz de amar e superar os medos que nos impedem de viver.
Pensemos sobre o homem contemporâneo e suas escolhas e novamente sobre o conceito de vida bem-sucedida que, parece, resume-se à satisfação material, ao sucesso social e à preocupação narcísea e ilimitada de poder.
Os humanos contemporâneos precisam aprender a superar seus medos, aperfeiçoar sua busca e desenvolvimento espiritual, uma nova sabedoria fundada no amor como um dos elementos capaz de reconciliar o presente e ampliar o horizonte e seu pensamento.
Então pulamos para o futuro e imaginamos que trocando de carro, casa, profissão, escola, parceiro (a), tudo vai ficar melhor. Em verdade, transportamos nossas preocupações e infelicidades conosco, e as coisas não se tornam melhores porque se trocou um Audi por um Mercedes.
À força de viver no passado ou no futuro, perde-se de viver o único momento real, ou seja o presente, quando e onde podemos nos realizar através da paixão, da qualidade, do comprometimento com o que fazemos.
Os medos se enraizam no passado e no futuro. Sábio é quem consegue, num mesmo movimento, viver no presente e viver com serenidade. No presente ele se desvencilha dos medos que habitam essas duas dimensões irreais do tempo, que são o passado e o futuro.
Para viver bem, é preciso superar os medos e isso se chama sabedoria. “A coisa mais fácil do mundo é encontrar diferenças. Difícil é harmonizá-las.” Palavras do Dalai Lama, de quem também acrescento mais duas assertivas para concluir: “É indispensável fazer com que cada dia de nossa vida tenha um sentido.” E que nosso trabalho tenha um propósito dignificante para cada um de nós. “É sempre possível mudar. Mas vencer emoções e pensamentos negativos requer disciplina e tempo. Comece agora.” Texto de Luiz Carlos Moreno originalmente publicado na revista Profissão Mestre de março de 2009.
Até aqui, qualquer que fosse o método, o professor com um pedaço de giz era o instrumento de transmissão de conhecimento. Com ou sem a participação construtiva do aluno, o conhecimento era transportado na cabeça do professor e armazenado estaticamente nas prateleiras das bibliotecas. Daqui para frente, isso não é mais verdade: um oceano de conhecimento está no ar. O professor continua presente, mas não necessariamente ao vivo; está por trás de todo o processo e todo equipamento utilizado.Para esse mundo novo, o professor terá que ser inventado, como o auxiliar da antena, orientador educacional, tutor do aluno-surfista no oceano do conhecimento. Seu papel será produzir, saber e orientar o aluno para evitar que se perca no excesso de informações, fazê-lo ser capaz de adquirir sólida formação. Ajudar os alunos a conhecer, entender, deslumbrar-se, indignar-se e querer transformar o mundo ao redor, convivendo com ele e suas pessoas, com fortes conceitos e nenhum preconceito.O Brasil e outros países que abandonaram a Educação aos níveis do final do século XIX vão ter de fazer uma revolução, ou ficarão definitivamente para trás, com apenas a minoria rica indo estudar em cidades estrangeiras, em outros países ou em condomínios superfechados, dentro do território geográfico do país, mas em outro mundo cultural.
A saída está em começar imediatamente a construção de novos professores, com uma Carreira Nacional do Magistério que ofereça excelentes salários aos jovens que passarem em duros concursos, sabendo usar todos os equipamentos modernos, para ensinar em escolas bem construídas, bem equipadas, onde trabalharão em dedicação exclusiva, com tempo para estudos e reciclagem, sem necessidade de greves, sem o velho costume da falsa-aula, e com total liberdade pedagógica e metas a cumprir. Contratando 100 mil desses novos professores, poderemos incorporar três milhões de novos alunos por ano. Enquanto isso, os demais alunos e professores devem continuar recebendo as melhorias do Piso Salarial, Fundef, Fundeb, PDE, Ideb, aumentos de salários que melhoram o ensino do século XIX, mas não revolucionam, não elevam o potencial às necessidades do século XXI. Temos duas alternativas: seguir nos enganando com os jeitinhos de minúsculos avanços, ou inventarmos o novo professor, para uma nova escola. O problema é que antes de inventar o novo professor, precisamos inventar uma nova política e essa se choca com o político como ele é hoje. Por isso, antes de inventar o novo professor, precisamos inventar outro tipo de político.
Texto de Cristovam Buarque (www.cristovam.org.br/blog) publicado na revista Profissão Mestre/novembro de 2008.
Quarta-feira de Cinzas para nós Cristãos Católicos é o dia oficial para abertura da Campanha da Faternidade, que neste ano vem trazendo um tema bastante polêmico: ECONOMIA E VIDA e lema:"Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro" (Mt 6,24).
ORAÇÃO DA CAMPANHA
Nesta Campanha da Fraternidade Ecumênica, acolhemos a graça da unidade
e da conivência fraterna, aprendendo a ser fiéis ao Evangelho.
Ilumina, ó Deus, nossas mentes para compreender
que a boa nova que vem de ti é amor, compromisso e partilha entre todos nós,
teus filhos e filhas.
Reconhecemos nossos pecados de omissão diante das injustiças
que causam exclusão social e miséria.
Pedimos por todas as pessoas que trabalham na promoção
do bem comum e na condução de uma economia a serviço da vida.
Guiados pelo teu Espírito, queremos viver o serviço e a comunhão, promovendo uma
economia fraterna e solidária, para que a nossa sociedade acolha a vinda do teu reino.
Por Cristo, nosso Senhor.
Amém.
Objetivo Geral:
Colaborar na promoção de uma economia a serviço da vida, fundamentada no ideal da cultura da paz, a partir do esforço conjunto das Igrejas Cristãs e de pessoas de boa vontade, para que todos contribuam na construção do bem comum em vista de uma sociedade sem exclusão.
Estou disponibilzando material utilizado pela Equipe da minha Paróquia para capacitação dos membros de Pastorais:
Nesta última sexta-feira, no finalzinho da aula a galerinha dos 1º (matutino) e 2º anos(vespertino) do anexo da E. E. Profª Dôra Barbosa realizaram com muita alegria e amizade a primeira festividade do ano - Baile de Carnaval, animado com muita Marchinha de Carnaval. A criançada ficou muita animada!!
Para estarmos em sintonia com a aprendizagem do seu filho recomendamos:
1.Fale sempre da Escola para criar em seu filho uma expectativa positiva em relação ao estudo;
2.Abrace-o e deseje-lhe coisas boas quando ele estiver de saída para a aula;
3.Na volta procure saber como foi o dia dele, o que aprendeu e como se relacionou com todos;
4.Conheça o professor e converse com ele sobre seu filho e o trabalho da Escola;
5.Mantenha uma relação de respeito, carinho e consideração com todos os professores;
6.Resolva diretamente os problemas entre você seu filho e professor e só recorrer a outros em ultimo caso;
7.Quando seu filho estiver com problemas compartilhe com a Escola sem omitir fatos nem julgar atitudes;
8.Comente com amigos e parentes o êxito escolar dele, por menor que seja, para reforçar a autoestima e autoconfiança;
9.Leve e busque o seu filho no horário determinado pela escola, pois ele sentirá sozinho e triste quando todos estiverem indo embora;
10.Leve seu filho para escola sempre uniformizado, pois garantirá sua identificação ;
11.Crie hábitos de observar a mochila do seu filho, garantindo: Lápis sempre apontados(de cor e de escrever), borracha limpa, cola, livros e cadernos encapados;
12.Tenha sempre a toalhinha e lancheira do seu filho limpos para evitar bactérias e fungos;
13.Auxíli-o em todas as tarefas de casa, lembre-se a tarefa é para ser feita pela criança;
14.Em caso de ausência comunicar a escola e apresentar o atestado médico;
Esses são alguns tópicos que vocês, pais podem contribuir para a aprendizagem do seu filho,o mais importante deles é o AMOR e o CARINHO que cada um tem pelos seus.
Obrigada pela atenção,
Supervisão Pedagógica e Professoras/2010
Escola Estadual Profª Dôra Barbosa-São João do Paraíso/MG
Professores do 1º e 2ª ano elaborando Plano Mensal a partir do Plano anual.
Essas são as Profª do 3º ano e a Supervisora Nélia (blusa Branca)
Essas três são as Profª do 4º anomontando plano semanal.
Gente, o trabalho está começando, andabem que temos uma equipe de professores que pega mesmo no "pesado". Contamos muito com vocês!!
PLANEJAMENTO 2010
“Não importa aonde você parou...
Em que momento da vida você cansou...
O que importa é que sempre é possível recomeçar.
Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo...
É renovar as esperanças na vida
E o mais importante...
Acreditar em você de novo”...
Carlos Drummond de Andrade
“Educar é um trabalho que requer a união entre a Escola, a Família e a Comunidade”
Quando chegam na escola, os alunos trazem no semblante o desejo de conhecer o novo, de explorar as possibilidades.
A tendência do aluno é sempre gostar do professor. Trata-se de uma experiência diferente e o que é diferente encanta, seduz.
Compete ao educador manter essa chama acesa para que o sonho não esmoreça. Paulo Freire costumava dizer que o mais nobre papel do professor é de gerenciar sonhos. E completava:
“Professor é aquele que gosta de viver.
Gostar de viver é essencial para quem tem esse nobre mister de educar.
Professores, diretores, supervisores, funcionários, pais e mães...
Educadores por excelência. Personagens que devem atuar juntos num palco onde convivem artistas extremamente talentosos.”
Professores deixam marcas indeléveis. Marcas que se perpetuam na memória e também no coração.
Assim, que nesse ano cada mestre sinta no peito a mesma emoção do seu primeiro dia como professor.
Por tudo isso, a todos aqueles que se dedicam ao instigante espetáculo da educação: uma excelente aula...Hoje e em todos os dias desse ano, que simboliza, nos dizeres do poeta, mais um “milagre de renovação!”
Pessoas que compartilham uma direção comum e um senso de equipe, chegam aose destino mais depressa e facilmente porque elas se apóiam na confiança umas das outras.
Lembre sempre:
ØÉtica profissional – procure mantê-la;
ØPontualidade
ØCompromisso
ØEntrosamento entre colegas de área se faz necessário, porém, nos intervalos e não durante as aulas;
ØParticipação e empenho nas decisões coletivas do grupo, tendo postura comum e decidida por todos;
ØRespeito às opiniões divergentes dos colegas;
ØAvisar com antecedência a ausência e enviar o plano de aula completo;
ØCuidar do visual da sala: cartazes velhos, murais despencando;
ØPlano de aula: Quem você está ensinando? Defina aonde quer chegar, o que a urma realmente precisa e o que é possível fazer;
ØIntervir sempre (PIP);
ØAvaliação: observar o aluo nas áreas:
Cognitiva: conhecimento e habilidades intelectuais
Afetiva/comunicacional: interesses, atitudes, valores e oraliade
Psico-motora: hábitos e automtismos;
ØDesenvolva atividades diagnósticas para adequar o planejamento à realidade de sua sala;
ØDever de casa: cobrar muito do aluno;
ØCobrar dos alunos asseio pessoal, na sala de aula, banheiros, bebedouros e etc;
ØDefinir conteúdos a partir das Matrizes Curriculares;
ØSelecione os materiais pedagógicos necessários com antecedência para realizar as atividades;
ØPreveja o local das aulas;
ØDiscuta regras de convivência em sala de aula;
ØEstimule o aluno semana após semana.Enfatize a importância de estudar e as exigências do mercado de trabalho;
A ESCOLA SOMOS TODOS NÓS. A FAMÍLIA E O ALUNO ACREDITARÃO EM NÓS SE FOMOS COERENTES NA PRÁTICA DO QUE ESTAMOS PROPONDO PARA NÓS MESMOS.
FAÇA A DIFERENÇA. O CIDADÃO DO FUTURO ESTÁ EM NOSAS MÃO!!
“Já sonhamos juntos semeando as canções no vento, quero ver crescer nossa voz no que falta sonhar. Já choramos muito, muitos se perderam no caminho, mesmo assim não custa inventar uma nova canção que venha nos trazer." SOL DE PRIMAVERA (GUEDES,1980).
Sou feito criança (quando estou com elas),mineira- Norte de Minas (uai!!). Amo o que faço e faço o que amo. Supervisor Pedagógica séries iniciais e Profª da Sala de Recursos.Especialista em Ed. Infantil e Psicopedagogia. Ah! Amo a minha família e meus amigos...